Se não houver fruto, terá de comer as flores ou morrerá de fome.
Se não houver flor, se contentará com o amargor das folhas,
invés de buscar novas sementes.
Se não houver folhas, logo o Sol virá castigar seu rosto inconsequente e
fatidicamente te lembrará que este é o resultado do seu plantio, legado
de sua incompetencia.
E você estará morto por dentro antes de morrer por fora...
Lucas Almeida, em 20 de Fevereiro de 2009.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Insônia
Insonia
Colchão duro
Luz demais, de menos
Dia ruim, problemas pequenos
Fome, sede??
Se soubesse esconder
- pra dormir ao menos -
minha decepção..
Mais um dia,
mais um, outro..
E o sono não vem, nem meu corpo aceita
que acabe o dia assim.
Esse outro sem som
Gosto e vontade,
emprego.
Dia sem amor,
por viver, por não ter por que viver.
Por quem viver...
Não tenho fome, não tenho...
rosto,
Seco, alvo.
herpes.
Pestes, que me atormento pra me lembrar que o dia não pode acabar ainda
Pode dormir agora! Peço..
Mas não entende, não aceita,
Não se rende!
Não mente, que não minto.
Sinto, sinto mesmo,
E meu corpo sente
muito o fim de mais um dia sem você.
Portanto
Colchão duro
Luz demais, de menos
Dia ruim, problemas pequenos
Fome, sede??
Não.. Essa maldita insonia,
Porque o dia ainda não pode acabar...
Porque você.. Ainda está bem longe de mim.
Lucas Almeida, em 27 de Dezembro de 2008.
Colchão duro
Luz demais, de menos
Dia ruim, problemas pequenos
Fome, sede??
Se soubesse esconder
- pra dormir ao menos -
minha decepção..
Mais um dia,
mais um, outro..
E o sono não vem, nem meu corpo aceita
que acabe o dia assim.
Esse outro sem som
Gosto e vontade,
emprego.
Dia sem amor,
por viver, por não ter por que viver.
Por quem viver...
Não tenho fome, não tenho...
rosto,
Seco, alvo.
herpes.
Pestes, que me atormento pra me lembrar que o dia não pode acabar ainda
Pode dormir agora! Peço..
Mas não entende, não aceita,
Não se rende!
Não mente, que não minto.
Sinto, sinto mesmo,
E meu corpo sente
muito o fim de mais um dia sem você.
Portanto
Colchão duro
Luz demais, de menos
Dia ruim, problemas pequenos
Fome, sede??
Não.. Essa maldita insonia,
Porque o dia ainda não pode acabar...
Porque você.. Ainda está bem longe de mim.
Lucas Almeida, em 27 de Dezembro de 2008.
Eu Quero
Se queres,
sento sentido distante
desatento,
Banco bronco babaca
e te parto ao meio
vomitando palavras
e pensamentos
e vontades.
Se queres,
eu quero como quero
e nada mais,
Quero ser como todos... Que sempre odiamos,
esmagar nosso embrião desajustado -inaceitável e exótico-
Quero inventar uma série de queixas,
dentro do bloco que tanto me enauseia...
Juntos na vida pela qual tanto anceias,
quero morrer com o uniforme da aldeia.
Se queres,
eu exijo! Exijo!
Submeta-se,
repuxe-se exausta em busca de afeto
-prometo amparar-te quando não houver ninguém por perto-
Se queres,
terás a vida quem sempre sonhaste.
Quero querer contendas!
Quero contendas!
Quero querer o que queres!
Eu quero!
Eu terei,
eu serei seu grande amor em troca de amor.
Lucas Almeida, em 14 de setembro de 2008.
sento sentido distante
desatento,
Banco bronco babaca
e te parto ao meio
vomitando palavras
e pensamentos
e vontades.
Se queres,
eu quero como quero
e nada mais,
Quero ser como todos... Que sempre odiamos,
esmagar nosso embrião desajustado -inaceitável e exótico-
Quero inventar uma série de queixas,
dentro do bloco que tanto me enauseia...
Juntos na vida pela qual tanto anceias,
quero morrer com o uniforme da aldeia.
Se queres,
eu exijo! Exijo!
Submeta-se,
repuxe-se exausta em busca de afeto
-prometo amparar-te quando não houver ninguém por perto-
Se queres,
terás a vida quem sempre sonhaste.
Quero querer contendas!
Quero contendas!
Quero querer o que queres!
Eu quero!
Eu terei,
eu serei seu grande amor em troca de amor.
Lucas Almeida, em 14 de setembro de 2008.
Noite Estranha
Chuva forte lacera o rosto
Olhos sem alma, sem cor...
E calma,
Dedos serrados castigam as palmas
Cortam sedando a dor de minh'alma
Fica latente
Então verte nervoso -mas-
Some na chuva que escorre
no rosto,
Some nos dentes que crescem na cara
Some no golpe que o punho dispara
Some por tinta que fica na folha.
Ódio triste
Rancor lamentado
Fica, implica, castiga e multiplica
Mais esta noite estranha sem você ao meu lado.
Lucas Almeida, em 6 de maio de 2008.
Olhos sem alma, sem cor...
E calma,
Dedos serrados castigam as palmas
Cortam sedando a dor de minh'alma
Fica latente
Então verte nervoso -mas-
Some na chuva que escorre
no rosto,
Some nos dentes que crescem na cara
Some no golpe que o punho dispara
Some por tinta que fica na folha.
Ódio triste
Rancor lamentado
Fica, implica, castiga e multiplica
Mais esta noite estranha sem você ao meu lado.
Lucas Almeida, em 6 de maio de 2008.
Silêncio
Posso falar
Posso dizer
Tudo o que gostaria que ouvisse
Eu digo
Mendigo, indago
Me engasgo...
Mas você prefere o silêncio
- Pro inferno com ele! -
Eu questiono
Insisto
Reflito - Desisto!-
E depois de tanto ouvir
Você terá meu silêncio.
Então
Só quando... com um grito
Tua vontade tiver surgido
Só quando
- E se falado - Você não me quiser calado
Podemos juntos
Deixar a droga do silêncio de lado
Até lá.
Lucas Almeida, em 2 de Abril de 2008.
Posso dizer
Tudo o que gostaria que ouvisse
Eu digo
Mendigo, indago
Me engasgo...
Mas você prefere o silêncio
- Pro inferno com ele! -
Eu questiono
Insisto
Reflito - Desisto!-
E depois de tanto ouvir
Você terá meu silêncio.
Então
Só quando... com um grito
Tua vontade tiver surgido
Só quando
- E se falado - Você não me quiser calado
Podemos juntos
Deixar a droga do silêncio de lado
Até lá.
Lucas Almeida, em 2 de Abril de 2008.
Misantropo
Ferve e bate,
pensa e grita
Ira e morte
Dor bonita
O misantropo
homicida,
frustração não escondida,
Pega a lima e alucina
entra a faca, saem fluidos
Os homens que comeram a terra
hoje serão comidos!
O misantropo
todo sujo,
é homem
que virou bicho,
Come o homem
pega a lima
chora, morde
Mata e vomita.
O misantropo
Tão sofrido
Frustração mal-recebida,
Sem planeta, sem carinho
Ser humano é ser sozinho.
Misantropo
Mate o vírus
porque aqui tá tudo errado!
O Misantropo
Come bicho
Quando o homem tiver acabado... ¬¬
Lucas Almeida, em 16 de Fevereiro de 2008
pensa e grita
Ira e morte
Dor bonita
O misantropo
homicida,
frustração não escondida,
Pega a lima e alucina
entra a faca, saem fluidos
Os homens que comeram a terra
hoje serão comidos!
O misantropo
todo sujo,
é homem
que virou bicho,
Come o homem
pega a lima
chora, morde
Mata e vomita.
O misantropo
Tão sofrido
Frustração mal-recebida,
Sem planeta, sem carinho
Ser humano é ser sozinho.
Misantropo
Mate o vírus
porque aqui tá tudo errado!
O Misantropo
Come bicho
Quando o homem tiver acabado... ¬¬
Lucas Almeida, em 16 de Fevereiro de 2008
Baby Caçulinha
Estou sempre preocupado
Com Baby caçulinha
Me diverte
auxilia
Toda hora, todo dia
Estou sempre preocupado
Contigo, Baby caçulinha
Alegre ao meu lado,
Sofrendo sozinha
Não castigue minhas noites,
Não estrague teu dia
Feche os olhos, veja as cores
Brilhe e voe, faça o clima
Quando não está satisfeita
Pense e mude teu lugar
Voe, Baby caçulinha
Pára logo de chorar
Eu vou te olhar de baixo
Te provar que é divertido
Viver o que já vives
sem lágrimas em teu sorriso.
Lucas Almeida, em 25 de Janeiro de 2008.
Com Baby caçulinha
Me diverte
auxilia
Toda hora, todo dia
Estou sempre preocupado
Contigo, Baby caçulinha
Alegre ao meu lado,
Sofrendo sozinha
Não castigue minhas noites,
Não estrague teu dia
Feche os olhos, veja as cores
Brilhe e voe, faça o clima
Quando não está satisfeita
Pense e mude teu lugar
Voe, Baby caçulinha
Pára logo de chorar
Eu vou te olhar de baixo
Te provar que é divertido
Viver o que já vives
sem lágrimas em teu sorriso.
Lucas Almeida, em 25 de Janeiro de 2008.
Assinar:
Postagens (Atom)