Se queres,
sento sentido distante
desatento,
Banco bronco babaca
e te parto ao meio
vomitando palavras
e pensamentos
e vontades.
Se queres,
eu quero como quero
e nada mais,
Quero ser como todos... Que sempre odiamos,
esmagar nosso embrião desajustado -inaceitável e exótico-
Quero inventar uma série de queixas,
dentro do bloco que tanto me enauseia...
Juntos na vida pela qual tanto anceias,
quero morrer com o uniforme da aldeia.
Se queres,
eu exijo! Exijo!
Submeta-se,
repuxe-se exausta em busca de afeto
-prometo amparar-te quando não houver ninguém por perto-
Se queres,
terás a vida quem sempre sonhaste.
Quero querer contendas!
Quero contendas!
Quero querer o que queres!
Eu quero!
Eu terei,
eu serei seu grande amor em troca de amor.
Lucas Almeida, em 14 de setembro de 2008.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
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