Chuva forte lacera o rosto
Olhos sem alma, sem cor...
E calma,
Dedos serrados castigam as palmas
Cortam sedando a dor de minh'alma
Fica latente
Então verte nervoso -mas-
Some na chuva que escorre
no rosto,
Some nos dentes que crescem na cara
Some no golpe que o punho dispara
Some por tinta que fica na folha.
Ódio triste
Rancor lamentado
Fica, implica, castiga e multiplica
Mais esta noite estranha sem você ao meu lado.
Lucas Almeida, em 6 de maio de 2008.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário