Sinto abissal abiose à tua ausência para abarcar-me...
Absorto, caio em abrupta abulia...
Talvez um achaque, cuja cura encontra-se no
Doce néctar de teus almejados lábios...
Alquebrado, aluído, observo-te a aliciar-me com ímpar e amena existência...
Afônico, acomodatício, alcandoro-me a aflorar teu âmago...
Você, alvor, abeira-se morosamente adrede, altruísta e alumiada...
Você, apaniguada criatura, amaina-me com um simples amplexo...
Analgésica, angélica, escuta-me com minha amiudada apologia...
Com teu anímico alvedrio, alterca meus neurônios,
Comprovando a existência do amor...
Lucas Almeida, em 4 de Agosto de 2006.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
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