Lá eu,
E meu velho cavalo de guerra...
Invulneráveis, Impenetráveis, Idolatráveis!
Então lá você ma encontrou,
No topo da colina,
E me levou até as nuvens...
Glória!
Lá eu, e meu velho cavalo de guerra,
Caímos, defenestrados!
Durante a queda ele gemia, pulsava e chorava...
Aos cacos sobrevivi... Minha armadura se foi.
Aqui eu,
Atingido, constrangido, infringido...
Aqui jaz meu velho cavalo de guerra,
O coração!
Lucas Almeida, em 17 de Dezembro de 2007.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
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